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| INFORMAÇÃO IMPORTANTE |
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BIDESTILAÇÃO
A bidestilação, como o próprio nome diz, consiste em realizar, no mínimo, duas destilações sucessivas.
Este processo permite a obtenção de uma aguardente de qualidade superior a qualquer outra proveniente de uma única destilação, apresentando teor alcoólico fino, baixa acidez, sabor e aroma agradáveis.
Esta melhoria na qualidade da aguardente bidestilada é possível pela separação ou mesmo o bloqueio de certas frações indesejáveis, ricas em compostos de maior toxidade, como é o caso dos aldeídos, metanol, ácido acético e carbonato de etila (uretana), entre outros compostos voláteis prejudiciais ao organismo humano.
Atualmente, cerca de duas dezenas de marcas comerciais de aguardente bidestilada se encontram no mercado. Porém, de maneira geral, esta prática não é adotada nas destilarias brasileiras, sendo a aguardente obtida através de uma única destilação, na qual nenhuma fração volátil é descartada do processo, visando a purificação do destilado. |
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| CACHAÇA BIDESTILADA |
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Uma sofisticada e fina aguardente de cana bidestilada. A cachaça é adquirida de produtores rurais de Serra Negra e bidestilada em nossa propriedade em alambique “pot still” de cobre, alcançando sua pureza final. Primeiramente usamos uma excelente aguardente de cana de açúcar de produtores rurais da região, reconhecidos como excelentes produtores de cachaça.
Após a bidestilação, com a qual garantimos um excelente produto final, obedecemos seu período de descanso. Posteriormente ela é cuidadosamente filtrada e envasada em garrafas previamente preparadas e então etiquetadas. Nossa aguardente de cana bidestilada é uma bebida muito versátil. Podendo ser servida ao natural. Vai bem com pedras de gelo e ainda pode servir para a elaboração de excelente caipirinha. |
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CACHAÇA PAULISTA: ROTEIRO PELOS MELHORES ALAMBIQUES DE SP

Para você ler sem moderação - e degustar com cautela
Aryane Cararo (aryane.cararo@grupoestado.com.br)
Ela não é famosa como as cachaças mineiras e fluminenses. Seus alambiques podem não ser tão bem estruturados para receber os turistas. Mas na disputa do copo a copo, a pinga paulista artesanal é tão boa quanto as vizinhas mais populares - e não só na qualidade da caninha. Tradição passada de pai para filho, a arte de destilar o caldo de cana rende bons dedos de prosa com os pequenos produtores, especialmente na região de Monte Alegre do Sul e Socorro.
É em pleno Circuito das Águas paulista que a água que passarinho não bebe pretende se tornar tão atraente como a que movimenta as estâncias hidrominerais e os esportes de aventura nos rios. E, assim, consolidar no Interior uma rota turística da cachaça artesanal.
O roteiro informal já existe. Nas oito cidades que compõem o Circuito das Águas - Serra Negra, Águas de Lindoia, Socorro, Amparo, Monte Alegre do Sul, Lindoia, Jaguariúna e Pedreira. A rural Monte Alegre é, de longe, a que tem maior número de pequenas destilarias: são 35, provavelmente a maior concentração no Estado. O pequeno município de 6 mil habitantes respira cachaça: pelas estradinhas de terra, a fumaça que sai das chaminés dos alambiques sinaliza que mais uma safra caseira está em preparação, da mesma forma como há décadas os pais e os avós já faziam. |
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